13 de junho de 2009

Florbela Espanca

O meu mundo não é como o dos outros,
Quero demais, exijo demais,
Há em mim uma sede de infinito,
Uma angústia constante que nem eu mesma compreendo,
Pois estou longe de ser uma pessimista;
Sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada.
Uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade... Sei lá de quê!

O que dizer, né? Já dizia Renato Russo: o mal do século é a solidão. Cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando por um pouco de afeição.
Dia produtivo. Se tudo der certo, termino a matéria da prova de processo penal amanhã :D

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